
Eficiência nutricional na produção animal utilizando BRS Capiaçu na silagem e no pastejo: revisão de literatura
Luana Natalia Ferraz de Souza[1]
Ligia Maria Neira[2]
Resumo
O capim BRS Capiaçu tem se destacado na alimentação animal, em sistemas intensivos de produção, devido à sua elevada produtividade e adaptabilidade. Entre as principais formas de utilização deste capim destacam-se a silagem e o pastejo. A silagem é mais utilizada em períodos críticos, como a estiagem, exige cuidados no processo de conservação, visando preservar a qualidade nutricional. Já no pastejo, quando bem manejado, proporciona forragem fresca com elevada palatabilidade e digestibilidade, sendo uma alternativa eficiente e sustentável em sistemas rotacionados. Este artigo tem como objetivo comparar a eficiência nutricional da silagem e do pastejo de BRS Capiaçu, estudando o teor de matéria seca, proteína bruta e digestibilidade. Enquanto a silagem permite maior controle sobre a oferta e qualidade do volumoso, garantindo estabilidade nutricional mesmo em períodos de escassez, o pastejo oferece uma alternativa de menor custo e manejo simples, com resultados positivos na produtividade animal. Ambas as estratégias demonstram potencial para elevar o desempenho zootécnico, sendo a escolha entre elas dependente das condições da propriedade, objetivos produtivos e capacidade de armazenamento de forragens. A integração estratégica entre silagem e pastejo pode representar uma solução eficiente e sustentável, promovendo o aproveitamento máximo do capiaçu ao longo das diferentes estações.
Descritores: conservação de forragem, desempenho animal, estratégias alimentares e pastejo rotacionado.
Introdução
O capim-elefante cv. BRS Capiaçu (Pennisetum purpurem Schum) foi desenvolvido com o objetivo de ser utilizado para produção de silagem ou picado verde no cocho, sendo assim sua principal vantagem é a alta produtividade (Pereira et al., 2016). Durante um tempo foram observadas produções em torno de 50 t/ha/ano de matéria seca, o que colocou a cultivar como a mais produtiva entre as demais do gênero (Almeida, 2020).
Em virtude da alta produtividade, há uma elevada extração de nutrientes do solo, o que requer adubações frequentes. Além da fertilização a frequência de corte também interfere no crescimento, no rendimento de matéria seca (MS) e no valor nutritivo do capim elefante (Nações Unidas, 2018).
A alta produtividade do BRS capiaçu ocorre devido a possibilidade de vários cortes ao longo do ano. Quando o intervalo entre os cortes é curto, a produtividade da cultivar pode ficar comprometida, porque o capim precisa mobilizar suas reservas energéticas para a emissão de novas folhas. Quando o intervalo entre os cortes é longo, o material perde em qualidade nutricional. Dessa forma a média de cortes por ano é influenciada pela idade de corte, sendo recomendado quatro cortes anuais, as rebrotas e o equilíbrio entre produção de biomassa e qualidade nutricional do capim são fundamentais para o manejo da cultivar, o último corte é recomendado para uniformização da área no período de transição entre a seca/águas, com o objetivo de preparar a capineira para a época de crescimento favorável, outubro a janeiro (Alves, 2021).
Uma estratégia utilizada no manejo do capiaçu é o processo de ensilagem, permitindo conservar a produção de forragem excedente do período chuvoso para ser utilizado nos períodos de escassez de pastagem, principalmente em áreas onde o capiaçu não é irrigado (o que pode limitar o número de corte no ano). O capiaçu apresenta estrutura de crescimento que permitem a mecanização da colheita, facilitando o operacional da propriedade (Leal et al., 2020).
Essa alta produtividade é uma vantagem a produção de silagem, pois todo produtor de carne ou leite, que mantém o seu rebanho em pastagens, deve se preocupar em ter uma reserva de alimento volumoso para a época de escassez de forragem, o período da seca. A maneira mais comum de conservar volumoso é na produção de silagem (Lopes, 2021).
Como a silagem pode ficar conservada por um longo período (Lopes, 2021), quanto mais cortes o capiaçu produzir, maior será a quantidade de alimento volumoso para os animais no período da seca (Nações Unidas, 2018). Para a produção de silagem de capiaçu a altura de corte indicada é de 3,4 a 4,1 metros. Caso ele seja ensilado sozinho é recomendado que o seu teor de matéria seca esteja entre 18 e 20%, dependendo as condições ambientais, o cultivar tende a atingir esse teor de matéria seca a partir dos 90 dias de idade de rebrota. E o período de rebrota pode variar de 90 a 120 dias de acordo com a região (Pereira et al., 2016).
Embora o BRS Capiaçu não tenha sido desenvolvido com a principal finalidade de pastejo, ele pode ser utilizado no pastejo rotacionado, podendo se beneficiar da irrigação especialmente em períodos de seca ou em regiões com distribuição irregular de chuva (Leal et al., 2020).
Embora o capiaçu tenha boa tolerância ao estresse hídrico, a irrigação é recomendada para garantir produtividade constante e qualidade nutricional da forragem ao longo do ano, desde que o manejo seja bem ajustado através de cuidados específicos como altura de entrada dos animais para o pastejo, adubação e período de descanso do capiaçu entre os pastejos (Monção et al., 2019).
Por ser uma forrageira de porte alto, apresenta menor proporção de folhas o que reduz a eficiência do pastejo direto. No sistema de pastejo a altura ideal para a entrada dos animais é de 70 a 80 cm e a saída é de 50 cm com um período de descanso de 60 a 90 dias. Por ser uma gramínea tropical é importante lembrar que no período da seca ele não cresce nem produz folhas. A adubação é indicada após cada pastejo para manter a produtividade e ter uma atenção especial em relação a aparecimento da praga cigarrinha na pastagem (Dorigo et al., 2023).
Além do pastejo rotacionado, que não oferece ou oferece pouco alimento concentrado, a terminação intensiva a pasto (TIP) é uma técnica de terminação de bovinos onde se aumenta a capacidade de lotação em pastos, ajuda na rotatividade do capital de giro da empresa rural, e se torna viável por dois fatores: maior desempenho animal, pela ração fornecida no cocho, e viabilidade econômica num período em que se teria prejuízos devido à perda de peso do animal (seca) pelo pastejo sem irrigação (Reis et al., 2011).
O interesse de pecuaristas pelo capim elefante tem crescido pela possibilidade de intensificar a produção de carne e leite e a redução do custo de produção (Machado, 2021). Além do seu potencial produtivo, tem estimulado não só o cultivo dessa espécie como também o seu melhoramento genético visando o desenvolvimento para a utilização de pastejo (Souza Sobrinho et al., 2005). Portanto, o objetivo desse trabalho foi comparar entre a eficiência nutricional de BRS Capiaçu na silagem e no pastejo em sistema de produção animal à pasto.
Métodos
A pesquisa na literatura foi realizada na área de agrárias/medicina veterinária com foco em nutrição animal comparando a produção de silagem e pastejo do capim elefante cv. BRS Capiaçu.
A pesquisa na literatura ocorreu de julho a agosto de 2025, utilizando as ferramentas Google Acadêmico e Scielo utilizando as palavras-chave: capim capiaçu, silagem, pastejo, eficiência nutricional, produção animal, capiaçu grass, silage, grazing, nutritional efficiency, animal production.
Resultados
Segundo a busca nas plataformas de pesquisa Google acadêmico e Scielo, foram encontrados 12 artigos em português utilizando o BRS Capiaçu no pastejo e 30 artigos na produção de silagem (Figura 1).

Na pesquisa de literatura pode-se observar que o capiaçu tem se mostrado altamente vantajoso, devido a abundante produção de biomassa o que o torna uma escolha viável e econômica para a produção em larga escala (Alves, 2021; Pereira, 2021; Silva, 2022).
O teor de matéria seca (MS) é um fator importante na avaliação nutricional de plantas forrageiras. O capiaçu possui um teor de MS entre 25% e 35% considerado adequado para gramíneas (Alves, 2021). Foi observado interação entre as idades de corte e as doses de adubação nitrogenada sobre a produção de biomassa (Figura 2). As plantas com 120 dias de idade foram adubadas com 100 kg N/ha/ano ou 200 kg/ha/ano que foram as que mais apresentaram as maiores produções de biomassa (média de 77.350 kg de MS/ha/ano). As menores produções anuais foram verificadas para os capins manejados com intervalo entre cortes de 90 dias e 60 dias sem adubação nitrogenada.

Em relação a composição da planta para pastejo nota-se que o BRS capiaçu apresenta uma desvantagem, pois o animal tem uma preferência ao consumo das folhas das plantas forrageiras como alimento (Dorigo et al., 2023). Ao relacionar a proporção de folha e colmo observa-se que com o passar dos dias, aumenta-se também o colmo e diminui a quantidade de folhas (Tabela 1.). Mesmo com o aumento da quantidade (kg de MS/há/ano) de MS produzida com o aumento da idade, esse aumento não reflete em alimento (folha) e sim em colmo. Por isso, a idade de corte é um fator muito importante para tomada de decisão no ponto de corte dessa forrageira para silagem, ou altura da planta para pastejo (Alves, 2021).

O BRS Capiaçu possui um alto rendimento e excelente valor nutricional, surge como uma solução estratégica para garantir alimento volumoso e de qualidade. Quando utilizado adequadamente, seja por pastejo direto ou em sistemas de suplementação, oferece benefícios que impactam diretamente na produtividade animal (Figura 3) (Lopes, 2021).

O pastejo direto é eficiente em épocas de crescimento vigoroso do BRS Capiaçu, porém limitado na seca. Já a suplementação, especialmente com silagem, garante disponibilidade alimentar mesmo com baixa produção no campo (Melo et al., 2024).
A silagem de BRS Capiaçu tem maior custo de produção quando comparado ao pastejo, mas esse valor compensa com ganho de peso mais rápido e segurança alimentar durante a seca. Já o pastejo direto é mais barato, mas depende do clima e requer planejamento rigoroso de área e manejo (Almeida, 2020 e Lopes, 2021), tendo a simulação comparativa na tabela 2.

Com base na literatura pesquisada (Silva et al., 2021), um cenário base de recria intensiva com 30 bezerros desmamados de 180 kg de peso vivo, com um ganho médio diário (GMD) de 800 g, com duração de 120 dias de recria, com um consumo médio de matéria seca (MS) de 2,5% de peso vivo esses animais irão consumir 4,5 kg de MS necessária por animal/dia, com um total 135 kg lote/dia de MS e um total de 16.200 kg para 120 dias.
A primeira alternativa para este cenário de recria intensiva seria a silagem de BRS Capiaçu, que possui 25% de teor de matéria natural, tendo um consumo de 18 kg/dia/animal, com uma área estimada de 0,7 ha e com um custo médio por tonelada de silagem de R$ 150,00 a R$ 200,00 (Retore et al., 2022). Suas vantagens seria possui uma maior estabilidade no fornecimento na época da seca, facilidade no controle da dieta e suplementação e maior densidade energética e melhor desempenho zootécnico em GMD. Já as suas desvantagens são a maior necessidade de mão de obra, maior custo de produção e o armazenamento adequado (Lopes, 2021).
A segunda alternativa seria o pastejo de BRS Capiaçu que possui 15% de teor de matéria seca, com um consumo diário de capim in natura de 30 kg/dia/animal, com uma área estimada 1,2 ha com manejo intensivo. Essa alternativa apresenta um custo médio de manejo menor que a silagem, por seu maior uso de maquinários. Suas vantagens são o menor custo operacional, manejo simples e boa produção de forragem por hectare. Já as suas desvantagens são a vulnerabilidade a estacionalidade da seca, o controle de oferta e o teor de matéria seca e valor nutricional variáveis , o teor de fibra, proteína e composição morfológica do capiaçu não é alterado quando colhido em alturas maiores ou igual a 4 metros, exceto a porcentagem de matéria seca, que aumenta com a altura de corte. Os teores de proteína bruta na planta inteira diminuem com o avanço da idade da planta, com uma redução de 19% quando o capim é cortado com 90 dias e de 50% quando é cortado com 120 dias (Monção et al., 2019; Alves, 2021; Souza, 2021).
No sistema de terminação intensiva a pasto (TIP) que associa o pastejo com suplementação no cocho, promove melhor acabamento de carcaça, resultando em carne com melhor marmoreio e maciez em menor tempo quando comparado ao forneciento de silagem ou pastejo de BRS capiaçu (Ferrari, 2016). Na figura 4 temos um gráfico comparativo representando o impacto da combinação entre TIP e BRS Capiaçu na produtividade de bovinos com ganho de peso por hectare (Ferrari, 2016).

A adoção da TIP associado ao uso estratégico do capiaçu representa uma inovação acessível e eficaz para pecuaristas que buscam mais produtividade, qualidade de carne e sustentabilidade. O sistema permite aproveitar e intensificar a produção com redução de custos, mantendo os animais em condições de bem-estar. A combinação mostra-se promissora não apenas no desempenho individual dos bovinos, mas também na rentabilidade do sistema como um todo.
Discussão
A partir da análise da literatura, o BRS Capiaçu apresenta elevado potencial produtivo e nutricional em sistemas intensivos de recria, seja na forma de silagem ou pastejo direto. No entanto, a forma de utilização afeta diretamente os resultados zootécnicos e econômicos (Alves, 2021).
A silagem por possuir maior teor de matéria seca (25-35%) e permitir controle preciso da dieta, proporciona ganhos diários de peso mais elevado (1,1 – 1,3 kg/dia), sendo ideal em períodos de seca ou para sistemas com infraestruturas disponíveis. A fermentação adequada preserva os nutrientes, otimizando o aproveitamento animal, especialmente em recrias que demandam alto desempenho. Isso acelera o processo de fermentação e preserva os nutrientes da planta. Apresenta boa digestibilidade, principalmente quando cortado durante os estágios de crescimento apropriado, fazendo com que os animais possam utilizar de forma mais eficaz os nutrientes, levando um melhor rendimento por animal, (Pereira, 2016).
Já o pastejo direto de BRS Capiaçu, apesar de exigir menor investimento inicial e ter manejo mais simples, apresenta maior variabilidade na oferta de nutrientes, dependência de condições climáticas e menor controle sobre dieta. O capiaçu no momento ideal para pastejo ele apresenta teor de matéria seca variando entre 16,5 e 19,7%. Isso pode explicar o desempenho inferior (0,6-0,9 kg/dia) mesmo considerando o alto rendimento de biomassa por hectare, já o teor de proteína bruta durante o pastejo pode variar de 8 a 9% (Pereira, 2021).
As idades avançadas implicam na redução das atividades metabólicas da planta, e consequentemente diminui a síntese de compostos proteicos e digestibilidade da forragem (Van Soest, 1994).
Segundo Pereira (2017), o capiaçu tem se destacado por apresentar produção de matéria seca em torno de 33% superior às gramíneas Cameroon e Mineiro (média de 33,3 t/ha/ano), mesmo sendo do mesmo gênero.
É importante considerar que o custo da silagem, embora mais elevado (R$110 – 150/t) pode ser compensado pelo maior ganho de peso e menor tempo de recria, resultando em otimização da taxa de lotação e maior rentabilidade. Por outro lado, o pastejo pode ser vantajoso em regiões com clima favorável e com boa estratégia de piqueteamento e rotação (Pereira, 2016).
Segundo Alves, (2021) e Lopes, 2021 a melhor escolha entre a silagem e o pastejo deve considerar não apenas os custos operacionais, mas a capacidade de resposta do sistema frente à seca, exigência de ganho de peso animal e infraestrutura disponível.
Conclusão
A utilização do capim elefante cv. BRS Capiaçu, revela-se uma ótima estratégia tanto na forma de silagem quanto de pastejo, oferecendo elevada produção de biomassa, excelente digestibilidade e boa eficiência nutricional. A pesquisa na literatura, aliada à simulação prática com 30 bezerros desmamados, demonstra que a escolha entre a silagem e o pastejo deve considerar não apenas os valores nutricionais, mas também os aspectos econômicos, operacionais e climáticos da propriedade.
A silagem proporciona maior ganho diário de peso vivo, maior controle da dieta e maior segurança alimentar em época seca, embora exija investimento em infraestrutura e tenha custo mais elevado por tonelada.
Dessa forma, a integração dos dois sistemas pode ser a alternativa mais eficiente, utilizando o pastejo em épocas favoráveis e recorrendo à silagem como reserva estratégica. Tal abordagem promove sustentabilidade, eficiência produtiva e resiliência frente a diversidades climáticas, sendo especialmente indicada em sistemas de recria intensiva e confinamentos que visam otimizar ganho de peso e reduzir tempo de engorda.
Referências
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Agradecimentos
Agradeço primeiramente a Deus pela vida e pela oportunidade de fazer parte desta profissão. A oportunidade de estar publicando um trabalho que foi muito planejado e desejado. A minha família por todo suporte durante esse projeto em especial a minha mãe Ana Maria Guelero, que esteve me ajudando e me dando suporte durante este momento. A minha orientadora Profª. Drª. Ligia Maria Neira, sem a qual não teria conseguido concluir este projeto tão importante. Aos meus professores do curso de graduação em medicina veterinária e ao Centro Universitário Central Paulista – UNICEP.
[1] Graduanda em medicina veterinária. Centro Universitário Central Paulista - UNICEP. ORCID 0009-0003-7459-530X. luana.ferrazsouza01@gmail.com
[2] Doutora em Zootecnia. Professora no Centro Universitário Central Paulista – UNICEP. ORCID 0000-0003-2609-2508. lmneirar@gmail.com