Psicologia da UNICEP discute sobre pessoas com deficiência

O curso de Psicologia da UNICEP, assim como a maioria dos cursos da instituição tem uma disciplina denominada Programa Integrado Multidisciplinar – PIM. Essa disciplina propõe que o estudante use as teorias aprendidas em diversas disciplinas para desenvolver os projetos. Durante o primeiro semestre de 2022 os estudantes do 5º período de Psicologia discutiram, no PIM IV, as pessoas com deficiência no contexto do trabalho e da educação, assessorados pela docente Rosana Maria Alves Mangili.

De acordo com a estudante, Elaine Ribeiro, foi discutido o contexto da saúde e do trabalho de grupos vulneráveis como por exemplo, pessoas em situação de rua, comunidade LGBT em situação de rua, idosos institucionalizados, vulnerabilidade de gestantes em casos de violência obstétrica, pessoas com esquizofrenia e vários outros grupos, assim como também foi tratado o grupo de pessoas com deficiência no contexto educacional. 

“O grupo de pessoas com deficiência é diverso (pessoas com deficiência física, visual, intelectual, entre outras), sendo que assim como pessoas típicas, cada um terá as suas próprias limitações”, explicou Elaine e continuou: “Eu achei que a discussão que o PIM fornece dentro do contexto do curso de Psicologia é de extrema importância, pois enquanto nas outras disciplinas temos o foco em aprender os conceitos teóricos, requisito mínimo para uma boa formação acadêmica, o PIM fornece as discussões práticas dessas teorias em paralelo com os primeiros estágios básicos do curso.”.

Já a estudante, Maite Golinelli Vanella Pedroso, afirmou que foram discussões importantes pois trouxeram uma realidade que na maioria das vezes, além de romantizada não é nem pensada. “Após as aulas e discussões tive maior consciência das necessidades e de como somos despreparados para lidar com essas necessidades, em situações simples como por exemplo a colocação das caixas de som para cegos que se guiam pelo som. Acredito que tenho hoje, uma percepção maior de coisas simples que podem facilitar o atendimento e o convívio das pessoas com deficiência. ”, concluiu Maite.

E Elaine finalizou: “O que difere na minha formação com a proposta do PIM, é me preparar para avaliar melhor o contexto. Ao entrar na graduação de psicologia, estamos muito focados no indivíduo, mas não vivemos de forma isolada e sim, em contato com outras pessoas, com uma rede de apoio, mesmo que atualmente enfraquecida ou sem nos darmos conta da existência da mesma. Além disso, todos temos direitos protegidos por lei e serviços públicos de assistência social, principalmente no interior de São Paulo que tem CREAS, CRAS, DDM e outros serviços que garantem essa assistência a população e como futura psicóloga, trabalhando ou não na área social, eu tenho condições de entender melhor esse todo ao qual fazemos parte.”.

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Texto: Ana Lívia Schiavone

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